quinta-feira, 2 de março de 2017

Pessoas com Síndrome de Down ou Deficiência Podem Ter Direito a 80% de Desconto na Passagem do Acompanhante



Portadores de deficiência (inclusive as causadas pela Síndrome de Down), que comprovadamente necessitem de um acompanhante, têm direito a um desconto de 80% na passagem do acompanhante (que será o responsável por prestar os auxílios necessários ao passageiro portador de deficiência). Essa necessidade de acompanhante fica mais clara quando o portador de deficiência apresentar dificuldade em acessar ou abandonar a aeronave por conta própria (desafivelar o cinto, colocar o colete salva-vidas, colocar mascaras de oxigênio, etc).
Embasamento legal dessa afirmação está contido na Resolução ANAC de Número 9 de 5 de junho de 2007, que aprova a NOAC (Norma Operacional de Aviação Civil) que dispõe sobre o acesso ao transporte aéreo de passageiros que necessitem de assistência especial.
No artigo 2 dessa NOAC, há uma definição mais clara do que é considerado deficiência para efeito dessa norma. Já nos artigos 47 e 48, que transcrevo abaixo fica claro o direito ao desconto:
Art. 47. Caberá aos passageiros portadores de deficiência, a fim de resguardar-lhes o direito à autonomia e ao livre arbítrio, definir, junto à empresa aérea, se necessitam ou não de um companhante, observando o que consta no art. 10 (deverá fazer reserva com pelo menos 48 horas de antecedência).
Art. 48. As empresas aéreas ou operadores de aeronaves só poderão exigir um acompanhante para o passageiro portador de deficiência, independentemente da manifestação de seu interesse, quando a critério da empresa aérea ou das operadoras de aeronaves, por razões técnicas e de segurança de vôo, mediante justificativa expressa, por escrito, considere essencial a presença de um acompanhante.
§ 1ºNa hipótese da empresa aérea exigir a presença de um acompanhante para o passageiro portador de deficiência, deverá oferecer para o seu acompanhante, desconto de, no mínimo, 80% da tarifa cobrada do passageiro portador de deficiência.
§ 2º O acompanhante deverá viajar na mesma classe e em assento adjacente ao da pessoa portadora de deficiência.
Como proceder para conseguir o desconto?
As cias aéreas não deixam isso muito claro e o processo é um pouco burocrático. Além disso, ele normalmente deverá ser realizado em uma loja própria da cia aérea.
O portador de deficiência ou seu responsável deverá relatar o interesse de adquirir uma passagem aérea e que sente a necessidade de um acompanhante para prover ajuda para embarque/desembarque e durante o vôo (visitas ao toalete, por exemplo).  Será então feito uma reserva em uma tarifa disponível para venda naquele momento (pode ser inclusive uma tarifa promocional) em nome do passageiro principal (o portador de deficiência) e uma outra reserva em nome do acompanhante, a  qual terá um desconto de 80% sobre a tarifa paga pelo passageiro principal (ou sobre a menor tarifa disponível para venda na mesma classe de serviço, caso o passageiro principal tenha emitido a passagem com milhas/pontos).
Será então solicitado ao portador de deficiência ou ao seu responsável que preencha o MEDIF (Medical Information Form), um formulário que possui duas partes:
Na primeira, que pode ser preenchida pelo próprio passageiro portador de deficiência ou por seu responsável, será fornecida informações sobre a deficiência e sobre as necessidades do mesmo.
Na segunda parte, que deverá ser preenchida pelo médico que presta assistência ao portador de deficiência, serão fornecidas informações médicas sobre o portador de deficiência.
Então o MEDIF deverá ser enviado para o departamento médico da cia aérea que avaliará o mesmo e emitirá um parecer se concorda com a necessidade de acompanhamento e  com os preparativos necessários para o vôo. Alguns preparativos especiais, como fornecimento de oxigênio, podem ser cobrados a parte pela cia aérea e outros deverão ser contratados com terceiros (ambulâncias, etc). Assim, a reserva do acompanhante é liberada pela cia aérea para que as passagens sejam emitidas.
Portadores de deficiências que apresentem limitações estáveis e bem definidas poderão tentar emitir junto a cia aérea um FREMEC (Frequent Traveller Medical Card) que evita que seja necessário procurar um médico para preencher a parte médica do MEDIF toda vez que for viajar. Esse FREMEC costuma ter validade em todas as cias aéreas associadas a IATA, mas vale a pena consultar a cia aérea no caso do FREMEC ter sido emitido por outra cia aérea que não aquela que deseja-se voar.
Essa é uma norma inclusiva que tem méritos em permitir o livre deslocamento dos portadores de deficiência. O importante é que os consumidores usem com responsabilidade esse direito, fazendo assim que a vida de quem realmente precisa fique menos limitada.
Outros países também têm normas inclusivas. A normas dos Estados Unidos conhecidas como Air Carrier Acess foram publicadas em 1990 e podem ser consultadas aqui. No Reino Unido, as normas estão publicadas neste documento e seguem a Resolução 1107 de 2006 emitida pela União Européia.
Vale lembrar que o desconto citado acima é valido para cias aéreas que operam vôos no Brasil e que estão subordinadas as normas da ANAC. O desconto para acompanhante pode variar de país para país (encontrei relatos no Canadá e Austrália) e de cia aérea para cia aérea no exterior, além de muitas vezes a tarifa base sobre a qual é concedido o desconto ser a tarifa cheia ou Y (a mais cara disponível para venda na classe que o passageiro deseja viajar), diferente do que ocorre no Brasil.

fonte: http://www.aquelapassagem.com.br
Eu usei deste benefício com o Josué e realmente vale a pena, usei o serviço da Azul.
Nesse link da Gol eles falam algumas coisas também

https://www.voegol.com.br/pt/informacoes/assistencia-especial/pessoa-com-deficiencia-intelectual-ou-mental

quarta-feira, 1 de março de 2017

SAÚDE: CONSTIPAÇÃO CONSTANTE

O Josué, desde bebê tinha intestino preso, ou a famosa constipação. Assim que comecei a trocar sua alimentação com 5 meses e meio, ele apresentou severa constipação, ficando dias sem fazer cocô. era um tormento para ele e para nós que não sabíamos mais o que fazer, ele sofria muito, foram várias idas ao médico para tentar resolver o problema, mas nada e nem uma fórmula que passavam para ele resolvia. Orávamos muito pedindo a Deus uma solução, pois era muito triste vê-lo sofrendo tanto. Eu que já tinha passado por isso minha vida toda, sabia o que ele passava. Teve um mês que ele ficou 20 dias sem fazer suas necessidades, ele chorava e sua barriguinha ficava dura e dolorida, como ele se alimentava bem, imagina o tanto de cocô que estava preso dentro dele? Eu fazia massagens na barriga dele e nada. Até que um dia, num exame de rotina, uma atendente na medicina viu eu trocando ele e dizendo o quanto ele sofria com aquela situação, ela foi o anjo que Deus colocou em nosso caminho, ela me deu uma dica valiosíssima, disse que a netinha dela também tinha esse problema, mas ensinaram para ela dar mingau de Mucilon de milho e foi a salvação! quando cheguei em casa mal podia esperar para comprar esse cereal, meu marido chegou do trabalho e foi comprar essa bendita solução, no outro dia mesmo ele começou a fazer cocô, e não foi qualquer cocô não rsrs, foi daquele que toda mãe quer ver, mole, pastoso e melhor ainda, todos os dias, até duas vezes no dia ele fazia cocô!!! Deus operou um milagre através daquela vida que Ele colocou no meu caminho. Ele passou a fazer cocô todos os dias durante toda a primeira infância, nunca deixava de dar frutas, verduras e legumes todos os dias para ele o que ajudava bastante. O problemas foi o trauma que ficou, assim que ele cresceu um pouco mais e começamos a tirar a fralda do dia, ele voltou com a constipação, ele tinha medo de fazer cocô e doer como antes, então voltamos a estaca zero, com quatro anos ele voltou a sofrer bastante, não porque o cocô não saia, mas porque ele prendia, mesmo com vontade ele não queria fazer, colocávamos ele no vaso, dávamos um tablet ou  livro para ver se ele distraia e nada. quando ele fazia viamos que era um coco normal, pastoso. que certamente não doía, mas o trauma era grande e até hoje, com 6 anos temos trabalho para ele ir ao banheiro, pois se não mandar todos os dias ele ir, ele não vai e quando vai, resmunga até, mas depois que faz fica numa felicidade! mas também as vezes segura tanto que acaba fazendo na roupa, mas quando vai ao banheiro sozinho daí falamos palavras de apoio, parabenizo ele por ter feito cocô, explicamos que todo mundo faz, e precisa fazer para esvaziar a barriga, falamos muitas coisas positivas para ele,  espero que em breve ele mesmo vá por livre e espontânea vontade, sem pressão, como qualquer um de nós vai ao banheiro quando dá vontade.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Começo de ano escolar novamente

Cada começo  de ano escolar do Josué, meu coração aperta, sempre a mesma maratona de correr atrás dos direitos dele enquanto criança com necessidades especiais, e é sempre tão difícil! As vezes bate aquela dúvida no peito: será que estou fazendo o que é melhor para meu filho? Será que estar numa escola regular é o melhor para ele? São tantos desafios que ele e nós junto com ele vamos ter que superar...sempre aquele medo do será.
As vezes dá uma revolta por ver tanta coisa a ser feito e nada, se você não luta, não recebe aquilo que deveria ser direito dele. Vencemos um leão todos os dias!! Temos que vencer por eles e por nós também. Não temos escolha.
Sempre nos deparamos com professores que amam a profissão e acima de tudo aceitam a árdua porem prazerosa missão de ensinar uma criança com necessidades especiais, por outro lado encontramos aqueles também que estão ali somente pelo dinheiro, pelo salário, que não tem capacidade muito menos amor pelos alunos, que dirá uma criança que vai exigir mais da capacidade dele de lecionar.
Sou professora formada, não pude exercer a função ainda porque tive que fazer uma escolha, ou a profissão ou meu filho, é claro que escolhi ele sem me arrepender hora nem uma. Mas uma coisa sempre tive dentro de mim, se tivesse que ser uma professora mediocre, eu preferiria nãos exercer a profissão de docente. Se não for para mudar o mundo de alguém e consequentemente o meu mundo, prefiro nem sair de casa ou procuraria outra coisa para fazer que acrescentasse mais à vida das pessoas. Trabalhar somente pelo dinheiro hoje em dia, torna-se um jugo, pesa em nós, e em quem está perto de nós. Assim é difícil saber que seu filho ficará na mão destes "profissionais".
Por isso é muito importante estar sempre presente na escola dos nossos filhos, acompanhando tudo que acontece na vida escolar deles. bater ponto constantemente na escola, perguntando, questionando, participando, dando continuidade em casa no que foi proposto na escola. A educação dos nossos filhos começa em casa e se estende para a sociedade, mas o processo ensino-aprendizagem começa na escola e deve se estender até nossa casa.
Uma coisa eu tenho convicção, será necessário uma dose enorme de paciência com as escolas que meu filho irá frequentar. Paciência sim, mas engolir tudo achando que tudo é normal não, com luta sempre.
Assim vamos vencendo um dia de cada vez até ver nossos filhos ocupando o lugar que é deles, o lugar que Deus preparou para eles e não o lugar que os homens acham que eles podem ocupar.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

novos exames

fizemos recentemente novos exames no Josué para verificar a taxa de glóbulos brancos e infelizmente continua baixa, mas para glória  honra de Jesus, isto não tem afetado em nada a vida dele, é um milagre todos os dias a vida do nosso filho, assim como o sopro que ele tinha, o caso era grave, mas por quase três anos ele conviveu com este sopro e nunca precisou tomar medicamentos, nunca teve nem um tipo de complicação, até fazer a cirurgia, quando tudo passou...Deus sempre operando milagres na vida do Josué, só posso agradecer a Ele sempre!

aprendendo a ser mais independente

a criança por si só precisa ser estimulada todos os dias para desenvolver seu potencial e a criança com síndrome de down não é diferente, precisa ser um pouco mais estimulada mas tomando o cuidado para não levar ela a exaustão ou irritação, porque o Josué é assim, você percebe que ele está exausto quando fica irritado, dai é melhor parar um pouco e retomar outro dia se for possível. Mas não podemos nos limitar deixando que eles só façam o que aparentemente parecem dar conta de fazer, a criança down tem muito para oferecer, sao muito perceptivos e receptivos, podem mais do que geralmente acreditamos. O estímulo é essencial para eles desenvolverem e chegar num degrau a mais da vida. Nunca tivemos medo de exigir um pouco mais do Josué porque acreditamos que ele podia mais e de fato ele sempre deu mais de si quando o desafiamos. a professora do AEE nos disse que eles aprendem através da rotina, precisamos estipular horário para as atividades, sejam elas quais foram, estudar, fazer tarefas escolares, comer, tomar banho, assistir televisão, jogar video game, passear, orar,, e é verdade. O resultado é sempre maravilhoso!


arrumando sua própria cama

domingo, 1 de janeiro de 2017

mais um ano começando na vida do meu principe



ele e a irmã representando José e Maria no natal

tem "veia" artistica esses meninos

o ano de 2016 foi de muitos desafios! vencemos alguns, outros ficaram para 2017, ano de busca, reafirmação, autoconhecimento para meu filho e para nós enquanto pais e família. Desejo que neste ano eu e meu esposo tenhamos mais tempo para nos dedicar ao ensino dos nossos filhos, quero colocar ele em várias atividades porém que ele ame fazer, acredito que quando as crianças fazem o que gostam tem a chance de se desenvolver melhor em todas as outras áreas envolvidas no processo ensino aprendizagem! como a professora do AEE disse, ele tem apenas 6 anos, tem a vida inteira pela frente, não adianta querer cobrar dele algo que só terá maturidade em alguns anos para aprender e entender, É preciso ter paciência, acreditar neles e na gente mesmo, pois sim, tem horas que agente se cobra muito e se vê incompetente para ajudar nossos filhos!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

POR UMA IGREJA INCLUSIVA!!


Inclusão hoje é um termo bastante usado pela sociedade em geral. É moda.
Ouvi-se muito educação inclusiva, esporte inclusivo e arte inclusiva, onde procura-se incluir pessoas com deficiência física, intelectual, com limitações físicas e de mobilidade em todas as esferas da sociedade tentando torná-lo um participante ativo dentro da sua realidade. Diante desta nova ideologia do politicamente correto, o mundo busca pela igualdade de direitos do ser humano, e diante disto penso que é tempo também de refletir por que não uma igreja inclusiva? Jesus Cristo nos deu um grande ensinamento quando disse na palavra de Deus que Ele não faz acepção de pessoas quer dizer, ele não trata diferente as pessoas porque são diferentes, trazendo para nossa atualidade poderíamos dizer que a palavra de Deus e a salvação é para todos sejam brancos, negros, amarelos, baixo, alto, rico, pobre, homem, mulher, criança, jovens, deficiente físico, pessoas com deficiência intelectual e física ou não.
Olho para as igrejas hoje e percebo que precisamos nos adaptar mais para tornar viável e possível o trânsito livre das pessoas com qualquer tipo de deficiência ou mobilidade física, você já observou a sua igreja? Ela tem rampas de acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldade de movimentação? Tem banheiros adaptados, e ainda vou mais fundo, possui alguém preparado para traduzir um culto em sinais, tem alguma Bíblia em Braile? Não coloco essa questão como crítica negativa, mas como uma forma de refletirmos se estamos cumprindo o nosso chamado de pregar o evangelho a toda criatura. O evangelho diz que a igreja é para todos, que Cristo é para todos que o querem receber, mas como conhecerão a Cristo se não há quem pregue de uma forma que entendam?
Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?Romanos 10:11-14
Pensamos que essa passagem na Bíblia diz respeito às vidas não alcançadas pelo evangelho, mas às vezes penso que existe uma parcela grande da sociedade que não está sendo alcançada porque ninguém os enxerga ou está preparado para alcançá-los, alguém se importa?
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
                                                                                                        Marcos 16:15
Eu sou mãe de uma criança especial e posso afirmar que apesar de amar o evangelho e amar a igreja que estou, o que mais me tranquilizou quanto a minha permanência nela foi o carinho com que meu filho foi recebido e como tem sido tratado, com respeito. Ele se sente totalmente incluso junto com as outras crianças. Ouvi de uma mãe que saiu de uma igreja e foi para outra porque na igreja que passou a frequentar sua filha especial também tinha sido muito bem acolhida e se sentia totalmente inclusa nas aulas dadas pelas “tias” que pregavam o evangelho para os pequenos e posso compreender que muitas mães deixam de ir para a igreja por medo dos filhos serem rejeitados, outras não tem a mínima condição de levar o filho na igreja por falta de condução. Pode parecer uma desculpa mas não é, a cultura do ser diferente e não aceito ainda é muito vivo no nosso meio. Existem sociedades mais avançadas tecnologicamente e financeiramente onde os princípios de Deus são totalmente excluídos das suas leis e permitem a exclusão dos deficientes da sociedade e até o aborto para as crianças com possíveis limitações físicas ou intelectuais. Acredito que a falta de Deus na vida dessas pessoas as tornam limitadas espiritualmente, não compreendem mais o significado de amor que inclui, que aceita, que protege, que ampara, que ama, que acolhe. Quando soube que possivelmente teria um filho especial eu morava num desses países de “primeiro mundo”. Foi um choque muito grande para mim e para meu marido. Desesperamos-nos por um minuto. Choramos e no primeiro instante não acreditamos que tudo aquilo estava acontecendo conosco, estávamos num momento de muita entrega na obra do Senhor naquele país tão difícil de pregar o evangelho, e pela falta de sabedoria pensei que tudo aquilo era um castigo ou retaliação do inimigo para o que nos propomos a fazer para o Reino durante o tempo em que morávamos fora. E digo que o que nos ajudou e nos manteve de pé foi a nossa fé em Deus e a confiança em seus planos e também a igreja na qual estávamos, foi o apoio de nossos líderes que nos ensinaram que a partir daquele momento a nossa fé estava sendo elevada para o outro nível de dependência em Deus, as palavras de amor e força vinda dos nossos pastores nos ajudaram a passar por aquele tempo de tribulação. Viemos embora para o Brasil e recebemos também o apoio da nossa família, tivemos nosso filho que tem síndrome de down, é uma bênção em nossas vidas, posso ver o mover de Deus em sua vida em todos os detalhes. Passamos por várias tribulações com ele por causa da sua saúde antes fragilizada, o Josué passou por duas cirurgias, uma cardíaca de grande complexidade, mas o milagre aconteceu de tal forma que em 5 dias após a cirurgia ele já estava em casa brincando com seus primos, ele é um menino esperto e inteligente, saudável e o mais importante, já conhece a Deus, ama adorar a Ele, pregar o evangelho e orar. Seu relacionamento com Papai Cristo, como ele chama, é forte e verdadeiro, e isso nos deixa muito felizes pois é fruto da evangelização que recebe em casa e na igreja também. Ele ama tocar violão, teclado e bateria, no tempo oportuno queremos coloca-lo numa escola de música. Quem sabe surge aí um grande levita e evangelista do Senhor! Deus é quem sabe de tudo e só podemos como pais continuar orando para que o propósito de Deus se cumpra em sua vida. Mas se a igreja não for um lugar de inclusão dificilmente outras crianças, jovens e adultos irão se sentir acolhidos para conhecer a Palavra do Senhor e receber sua própria salvação através de Jesus Cristo.
Acredito num coisa somente: não importa como nascemos e de onde viemos, temos todo o direito de conhecer a Palavra de Deus, receber Cristo em nossas vidas e a chance de sermos transformados em Filhos de Deus:


Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. João 1:12,13

aqui disse que estava orando pelo papai!Amém!!

ofertando na igreja!

culto para as crianças

participando de uma apresentação das crianças na igreja! minha ovelhinha linda!